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Em marcha lenta - por Nelito Fernandes
19/03/2012 | Época

A reconstrução das cidades arrasadas pelas chuvas na Região Serrana do Rio, em 2011, sofre com as deficiências do Poder Público

Corrupção, inércia e burocracia contribuíram para deixar a tragédia das chuvas no Rio de Janeiro ainda pior. Um ano e 911 mortos depois, pouco foi feito pelas vítimas. Enquanto os japoneses atingidos pelo terremoto e tsunami dois meses depois da tragédia fluminense já podem circular normalmente por ruas e estradas refeitas, até hoje nenhuma das 75 pontes prometidas foi erguida. A obra para a construção das 6 mil casas populares só começou há 40 dias, e a previsão é que as primeiras unidades fiquem prontas apenas em outubro. Por enquanto, as máquinas ainda estão na fase de terraplenagem. A licitação de metade das pontes estava prevista para esta semana. Sem elas, os moradores improvisam com toras de árvore. Quando se quebram, o acesso às áreas é novamente fechado. 

 

Para ler o artigo completo, publicado na 721ª edição da Revista Época, clique aqui.

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